quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Algo de grave se passa...

... e é caso para desconfiar.

Já não bastava aquele magano, coitado, nem sei o que achar, que anda esbaforido à procura da Diana.
A Diana que é uma loira, alta, de olhos azuis e pele branca (realy?), e que estava na última e grande manifestação - pacifica - que houve, e o rapazito enamorou-se dela de tal maneira que até estende lençóis em Lisboa e etc e coise.
O mais grave foi que por momentos me passou pela cabeça que era uma história querida e engraçada, até bater com o dedo pequenino do pé na filha da p#%a da esquina. Aí acordei para a vida e pronto.

Não é que agora vou ler isto:
Três mulheres inesquecíveis moram numa cidade especial onde tudo, ou quase tudo, pode acontecer: Josey, a viciada em doces, esconde um segredo no roupeiro; Della Lee, a fugitiva, tem uma costela de Némesis e duas de fada madrinha; e Chloe, a apaixonada pela leitura, é perseguida por livros.

Josey Cirrini tem a certeza de apenas três coisas na vida: o Inverno é a sua estação preferida; está perdidamente apaixonada pelo carteiro; e um doce sabe muito melhor quando degustado na privacidade do seu esconderijo secreto. Enfrentando uma vida entediante, o seu único consolo é a pilha de doces e romances a que se entrega todas as noites... Até que descobre que no roupeiro se esconde nada mais nada menos que Della Lee Baker, bondosa mas de língua afiada, com uma costela de Némesis e duas de fada madrinha.
Fugindo a uma vida de má sorte, Della Lee decide esconder-se no roupeiro de Josey. Em troca, irá mudar a vida da jovem. Com a ajuda de Della Lee, Josey em breve renunciará às guloseimas e descobrirá que, mesmo sem elas, a vida pode ser doce. Instada por Della Lee, Josey trava amizade com Chloe Finley, uma jovem que é perseguida por livros que surgem inexplicavelmente nos mais variados lugares e com uma resposta para tudo (ou quase). E, o melhor, tem uma relação próxima com a paixão de longa data de Josey…
À medida que Josey se atreve a sair da sua casca, descobre um mundo onde a cor vermelha tem um poder surpreendente, a paixão consegue estrelar ovos nas respectivas caixas e o amor pode surgir em qualquer altura — até mesmo para ela. E isso é só o início…

Terna e com um toque de magia, esta é uma história encantadora sobre a amizade e o amor — e sobre as surpreendentes e mágicas possibilidades que cada novo dia nos reserva.


Atentem na capa, aquele circulo vermelho, diz: Romance Mágico
É, e eu que gosto de policiais e thrillers... se fosse a vocês desconfiava.
Estou feita uma mole...

E ó Diana, deixa lá de te fazer difícil e aparece, Lisboa não é um estendal do amor ou coisa que o valha sim


8 comentários:

POC disse...

Esse livro só vai lá se as três se engalfinharem umas com as outras.

Sufocada disse...

Ahah, estás feito uma depravado caro POC.

No fim posso-te tirar as teimas, e revelo-te se houve dessas poucas vergonhas.

Uma Rapariga Simples disse...

Sufocada, querida, eu vou tentar ser meiga no que vou dizer: VAI INVESTIR O TEU TEMPO EM LITERATURA DECENTE E DEIXA DE GASTAR DINHEIRO E ENERGIA EM LIVROS DA TRETA!

Pronto, acho que até fui delicada.

Sufocada disse...

URS, foste bastante delicada.
Mas eu gosto de livros de treta, assim como de quando em vez gosto de literatura decente :)

Vais ter de viver com esse facto!

Uma Rapariga Simples disse...

Pois vou, pois vou. Ninguém é perfeito... sniff

Sufocada disse...

É como tu seres dos vermelhos, também me deixa desgostosa :(

ahahah

Uma Rapariga Simples disse...

Mas eu sou há mais tempo vermelho do que tu verde. Gozo de antiguidade. Toma!

Sufocada disse...

Não podes pôr as culpas disso em mim, ainda não temos o poder de decidir quando nascer sim?

E os meus paizinhos já me disseram que eu não fui planeada, por isso já vim antes de tempo :P